09 maio 2017

França: ganha Macron



Ipse dixit.

9 comentários:

  1. E se La Pen ganhasse, seria diferente? Quer dizer que o mundo e todo retrocesso que estamos vivendo é culpa de uma guerra entre as elites supranacionais??? Ou seja, de um lado Rothschilds e do outro???

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    1. Maquiavel9.5.17

      Das elites e mais propriamente de seus interesses. Do outro lado pode estar muita gente, até o Sr. José Burgos, que certamente tem interesses mas, provavelmente não tem o poder de certas famílias.

      É uma guerra de interesses e poder criada por este sistema que nos coloca constantemente em competição, movidos pela motivação de ter dinheiro, muito preferencialmente, que nós da poder. É uma guerra que todos nós lutamos mas cada um a sua dimensão.

      De um lado estamos todos e do outro todos estão.

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    2. Olá Burgos!

      Seria diferente? Provavelmente não nas linhas gerais. Mas, fogo, desta vez um dependente deles... da próxima candidatam directamente o banco?

      Abraçooooo!!!!!!

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    3. Anónimo10.5.17

      Na minha convicção seria diferente. Não muito... mas seria.
      Em primeiro lugar o Brexit, a vitoria de Trump, a subida de Le Pen nas votações são apenas sintomas das mudanças que estão a germinar no mundo, nesta epoca.

      2 pequenas notas.
      Trump ganhou porque muitos Americanos (estadunidenses) ja estão fartos das vilanias neoliberais da seita a que pertencem os Clintos e Obamas, no entanto essa mesma seita já conseguiu condicionar Trump e limitar-lhe a liberdade de accao

      Le Pen teve a ascenção de votos devido as camadas mais jovens. Ou seja os mais velhos continuam na mesma, mas os mais novos querem mudança.

      Não seria muito diferente porque? Porque mesmo que alguem queira fazer algo totalmente diferente sera impedido ou condicionado pela capacidade de poder do oponente.

      Se seria bom? Creio que sim. Quanto menos nao seja para agitar as aguas (a agua quando nao e agitada, nao e oxigenada e ), virem coisas novas e que os que estao acomodados no poder sintam um bocadinho de luta. Enquanto andarem assim entretidos em disputas nao teem tanto tempo e energias para nos continuarem a prejudicar tanto.

      EXP001

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  2. Chaplin9.5.17

    A ESSÊNCIA DAS LUTAS PELA DOMINAÇÃO
    No âmbito da Europa, o poder era disputado entre nobreza/clero x burguesia. Desde o processo de colonização, desencadeado no séc. 16, a dominação passou a ser travada por 1 mesmo segmento (a burguesia) que desdobrou-se em 2. O 1º, mais antigo e poderoso, constituído p/europeus anglo-saxões e o 2º, p/seus representantes, os chamados terra-tenentes, nos territórios continentais a serem colonizados. Desde então o que se viu foi o 2º grupo, inicialmente simples vassalos do 1º, ganhando espaço e poder, principalmente pelas circunstancias que lhes favoreciam. Essa realidade nunca foi exposta as populações, até então limitadas às doutrinas religiosas. Qdo a imprensa se expande, passa a dividir com a Igreja essa função de elo ideológico entre dominantes e dominados. Entrava em cena, a força do discurso, a arte da retórica à serviço da elaboração de concepções favoráveis a interesses escusos.
    A burguesia tornava-se o segmento dominante, e trazia consigo a necessidade de camuflar sua divisão, entre elites internas e externas.
    Vivemos num mundo onde o único verdadeiro conflito de interesses ocorre qdo a equação entre essas elites as confunde.
    Independente da nominação que a propaganda midiática considere, o que acontece, invariavelmente, são conflitos entre, de 1 lado,os “nacionalistas”, ou seja, as elites internas, ou seja os antigos terra-tenentes, e de outro, os “internacionalistas” ou globalistas, ou seja as elites anglo-saxãs, sejam eles socialistas ou capitalistas.
    Entender esse princípio é fundamental para começarmos a entender o funcionamento mundo, pois a história oficialista, produzida justamente por ambos os grupos, se empenha em mascarar, ao máximo essa realidade. Determinados conflitos em momentos de alta relevância para ambos os lados qdo estavam em jogo são contados sob o enfoque de Revoluções onde o povo teria protagonismo...não acredite.

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    1. Chaplin!

      Esta é uma das raras vezes em que estamos de acordo!!! :)

      Verdade, é um erro considerar a elite como algo monolítico: assim não é e é lamentável que a mesma informação alternativa fale de "elite" como se uma única entidade fosse. Não poucas vezes eu mesmo faço este erro: mais correcto seria falar de "elites".

      Obrigado por esta pontualização, deveras importante!
      Mas agora volta a escrever algo com o qual não concordo, obrigado :)

      Grande abraçooooo!!!!

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  3. Anónimo9.5.17

    legendagem: Z=votante x=x y=y
    Z=> [x=($€£)] vs. [y=($€£)]=> x/y
    Z=> - mau ou ??? = ($€£)

    N

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  4. Pois é, provavelmente não haja tanta diferença assim entre Macron e Le Pen. Ambos são representantes de elites, mas elites com interesses um pouco diferentes. Macron, pelo pouco que sei, tudo a ver com o neoliberalismo, ou seja, péssimo do meu ponto de vista. Le Pen significaria, ao menos pelo seu programa, saída da Europa que vive a eterna austeridade, distanciamento de Bruxelas e da Alemanha. Quem sabe para os franceses um pouco menos pior.

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    1. Pois Maria, foi o que eu pensei: há muitas poucas coisas que gosto da Marien Le Pen, mas este Macron? Vamos ver. É provável que esteja em formação um partido super-nacional pró-europeu: Macron bem poder ser uma peça dele.

      Porque todos entendemos por aqui que se algo não mudar, esta União Europeia não dura muito.

      Grande abraçoooooooooooo!!!!!!!

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